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2014

O que é um álbum conceitual?

O álbum conceitual sempre possuiu um estigma de pretensiosidade, embora também carregue a ideia de ousadia e audácia artística. Ainda que se utilize das bases da música popular, o formato, ao incorporar enredos, personagens e conceitos, foi e ainda é capaz de expandir as possibilidades musicais até o seu limite. 

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As origens do álbum

A história da música mostra que o álbum conceitual está intimamente associado à psicodelia do final dos anos 60 e especialmente ao modus operandi do Rock Progressivo. No entanto, as origens do formato remontam ao Folk e ao Jazz das décadas de 40 e 50. 

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O retrato do oeste americano pelo Country

O auge do Jazz nos anos 40 e 50 estabeleceu os parâmetros para a criação de uma nova unidade musical, o álbum. Os esforços de Lee Wiley, Duke Ellington, Miles Davis e Frank Sinatra em montar coleções de canções mais coesas ainda que o LP não tivesse sido criado até 1948, foram passos decisivos para a formação do álbum conceitual como conhecemos hoje. 

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O rock dos anos 60

Se o Country era conhecido pelo forte viés narrativo, o Rock, por outro lado, ainda era um estilo com poucos recursos líricos e estilísticos. Nos anos 60, o gênero, ainda preso nas influências do R&B, era tido como somente uma música para dançar, muito distante da revolução cultural ainda por vir. 

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O auge da psicodelia

A invasão britânica capitaneada pelos Beatles nos anos 60 colocou a cultura jovem no auge de sua importância histórica. Também foi responsável por colocar o movimento de contracultura no foco midiático, poucos anos antes do movimento se intensificar com os festivais de música e as manifestações de jovens nas ruas. 

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O nascimento da ópera rock

Entre 1966 e 1967, três bandas foram majoritariamente responsáveis por transformar o Rock n’ Roll, num gênero de credibilidade artística. Os Beach Boys, embora sem a intenção, criaram um álbum inteiramente conceitual, adulto, reflexivo e complexo, muito diferente da sonoridade descompromissada dos primeiros álbuns. 

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A era de ouro do álbum conceitual

O Rock sessentista impulsionou a música popular à um nível de complexidade ainda maior. O final prolífico da década revelou obras grandiosas, que tinham um objetivo claro, ir além dos moldes pré-estabelecidos pela indústria fonográfica. 

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O álbum conceitual se propaga

Não houve um gênero que se associou de forma tão íntima ao álbum conceitual como o Rock, especialmente o Prog Rock da década de 70. No entanto, nessa mesma década, o fenômeno artístico das grandes óperas rock e projetos conceituais dos maiores atos do Progressivo influenciou outros músicos fora do Rock n’ Roll. 

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A era Metal

O final da década de 70 provou um final amargo ao período clássico do Rock Progressivo, assim como mostrou que o álbum conceitual havia se tornado uma forma artística em declínio. 

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A tímida reaparição do álbum conceitual

O cenário musical dos anos 90 aparentava ser uma contrariedade ao álbum conceitual, dada a abordagem pouco sofisticada do Grunge e do Nu-Metal, assim como a popularidade do Hard Rock direto do Guns N’ Roses. 

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O século XXI e o futuro

Desde sua popularização no final dos anos 60, o álbum conceitual esteve dependente das mudanças na estética sonora. Se ora trabalhos temáticas eram a melhor forma de um artista conceber uma visão artística e/ou política, em outras ocasiões, isso mais parecia um capricho extravagante e autoindulgente, ‘pecado’ que apenas os grupos mais experimentais ousariam cometer. 

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